Governador disse que não faltam investimentos para a região sul e oeste e acredita que maior problema será recuperar união
Durante a campanha, os ânimos entre os moradores de Belém e as regiões de Tapajós e Carajás ficaram acirrados. Houve uma espécie de disputa étnica de Tapajós e Carajás contra a população da região metropolitana de Belém. Segundo o governador do Estado, essa reconstrução cultural é a maior preocupação nesse momento. “Eu me preocupava com o dia do plebiscito, mas eu me preocupava ainda mais com o dia após o plebiscito”, disse Jatene.
“Eu não tenho dúvida de que é possível fazer esse tipo de ajuste. Agora, o que não podemos fazer também, porque na minha avaliação é um outro equívoco, é dizer o seguinte: nós vamos mudar tudo por causa do plebiscito. Não é verdade”, complementou.
“Não existe, na nossa gente, um instinto, uma vocação ao confronto. Vamos ter que buscar um programa de governo, vamos construir juntos. É possível ajustar, claro. Se fazer ajuste for compreendido como o caminho e a necessidade, nada mais razoável”, pontuou.
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